Quando um problema grave surge no meio familiar, principalmente de saúde, o apoio dos mais próximos é de extrema importância.
É fato que eu, como esposo de Gecélia, sempre estive na linha de frente da luta contra suas enfermidades, estudando a doença, os medicamentos, suas dosagens e possíveis reações, na conversa direta com os médicos, etc. Porém, creio que seria humanamente impossível
arcar com 18 meses de batalha constante, sem o apoio de familiares.
De fato, tanto no período em que Gecélia fez quimioterapia, como também nos tantos dias em que ela passou no hospital, foram várias as pessoas que me apoiaram no cuidado com Gecélia. Muito apoio eu tive também no cuidado com nossos filhos, que ficavam várias vezes na casa das avós, uma vez que eu ficava o tempo todo no hospital, quase lá morando.
Houve também muita dedicação no mês de Dezembro de 2011, quando Gecélia teve alta do hospital e nós tivemos que cuidar dela já com todos os sintomas presentes. Naquele período, fizemos, junto com a ajuda de pessoas próximas, o mesmo papel que as enfermeiras fazem hoje: dar remédios, banhos, alimentação por sonda, etc.
Pra falar a verdade, os cuidados com Gecélia começaram aos poucos, à medida que ela ia piorando. Então foram muitos os dias em que, na nossa própria casa, tínhamos ajuda da família.
A situação chegou a um ponto que eu tive que passar a me ausentar mais, por motivos de saúde. Neste período, aproximadamente Janeiro de 2012, tivemos que fazer uma escala familiar para cuidar de Gecélia no hospital, pois eu não tinha mais condições de ficar direto com ela. As pessoas já nos acompanhavam desde Outubro de 2011, quando Gecélia foi internada pela primeira vez. Mas eu não arredava o pé do hospital. Por isso, de Janeiro em diante, foram dias e noites de revezamento familiar, além de uma bênção que recebemos na época: a ajuda de irmãs de nossa Igreja, que se juntaram e nos ofereceram duas cuidadoras para compor a escala, duas pessoas muito queridas: Cilene e a Irmã Miriam (que Deus as abençoe).
Por isso, quero dedicar este espaço a um agradecimento, mesmo que sem necessidade, pois toda família deve apoiar os seus próximos. Mas minha gratidão é no sentido de que sou o esposo de Gecélia, e sou grato a Deus pelos irmãos em Cristo, que são cada qual parentes diversos, como irmãos, tios e tias, mãe, etc.
Aqueles que quiserem mandar uma mensagem de apoio à mãe de Gecélia, ela está um tanto ausente do mundo virtual. Mas podem mandar para o perfil da irmã de Gecélia, Gerlane Bezerra Santos, ou do irmão, Neilson Manoel. Creio que deve haver mães que se identifiquem de alguma forma com o sofrimento de Genelice, mãe de Gecélia, pois eu não conheço a dimensão disto, uma vez que tenho meus filhos saudáveis. Ela é uma pessoa cristã, temente a Deus, e tem dito sempre que só Deus, só Jesus para lhe dar o conforto necessário.
E também gostaria de mencionar alguns tios de Gecélia, como Renilda, Vaninho, Fátima, Netinha, Dalvinha e Van, além de sua cunhada Edna Maria Bezerra, que ajudaram e ajudam, cada um da maneira que lhes é possível. Teve e tem muita gente apoiando também em oração, e nesse âmbito, meu agradecimento se estende aos irmão da Igreja que fizemos parte, da nossa Igreja atual, de Igrejas diversas daqui e de outras cidades, e dos amigos, que oraram e oram por nós.
Citar nomes é sempre um risco. Portanto, se alguém se sentir ausente deste texto, perdoe-me.
A relação familiar não é fácil, sabe? São muitas mentes, com diversas capacidades para assimilar o que está acontecendo, entender a doença de Gecélia (dificílima, para alguns, de absorção quase impossível), bem como entender o pra quê que tudo isso está acontecendo, sendo Gecélia uma pessoa que além de não fazer parte de nenhum grupo de risco, sempre foi querida por todos. Por isso, os conflitos de idéias são freqüentes, principalmente pela certa ausência de noção de alguns que são um pouco mais distantes quanto a dimensão do que estamos passando, bem como pela minha própria personalidade, sendo racional demais e super protetor, e como todos, também sujeito a falhas. Mas há uma só causa comum a todos, sem exceção: o bem de Gecélia, o bem de Gabriel e Rafael, e o meu bem.
Agradeço aos irmãos em Cristo Alexandre Miranda e Gilberto Júnior, por tantas noites de conversa e apoio espiritual.
Agradeço também à minha mãe, Gláucia Luna, com imensas limitações emocionais e físicas por conta da idade avançada (79 anos) que a impedem de ajudar como gostaria, e que mesmo assim, impressiona a muita gente nova pela lucidez mental, incomum a pessoas de sua idade, e fruto de quase 50 anos de dedicação ao ensino escolar infantil.
Obs: Se alguém quiser mandar mensagem pra minha mãe, mande pra mim mesmo, ok? Ela é uma das poucas pessoas neste mundo que não possui vida virtual. Nunca criou um email pessoal se quer, que dirá um perfil em redes sociais Rs...
Ela brinca conosco dizendo que tem uma memória de ferro, e que nunca precisou colocar lembrete no seu celular, e mesmo assim, não esquece um compromisso sequer. Quanto a mim, tenho que colocar lembretes para me lembrar de colocar outros lembretes, se não me esqueço.
Que Deus possa continuar a nos abençoar sempre.
Paz a todos.
Samuel Luna, esposo de Gecélia Luna.
De fato, tanto no período em que Gecélia fez quimioterapia, como também nos tantos dias em que ela passou no hospital, foram várias as pessoas que me apoiaram no cuidado com Gecélia. Muito apoio eu tive também no cuidado com nossos filhos, que ficavam várias vezes na casa das avós, uma vez que eu ficava o tempo todo no hospital, quase lá morando.
Houve também muita dedicação no mês de Dezembro de 2011, quando Gecélia teve alta do hospital e nós tivemos que cuidar dela já com todos os sintomas presentes. Naquele período, fizemos, junto com a ajuda de pessoas próximas, o mesmo papel que as enfermeiras fazem hoje: dar remédios, banhos, alimentação por sonda, etc.
Pra falar a verdade, os cuidados com Gecélia começaram aos poucos, à medida que ela ia piorando. Então foram muitos os dias em que, na nossa própria casa, tínhamos ajuda da família.
A situação chegou a um ponto que eu tive que passar a me ausentar mais, por motivos de saúde. Neste período, aproximadamente Janeiro de 2012, tivemos que fazer uma escala familiar para cuidar de Gecélia no hospital, pois eu não tinha mais condições de ficar direto com ela. As pessoas já nos acompanhavam desde Outubro de 2011, quando Gecélia foi internada pela primeira vez. Mas eu não arredava o pé do hospital. Por isso, de Janeiro em diante, foram dias e noites de revezamento familiar, além de uma bênção que recebemos na época: a ajuda de irmãs de nossa Igreja, que se juntaram e nos ofereceram duas cuidadoras para compor a escala, duas pessoas muito queridas: Cilene e a Irmã Miriam (que Deus as abençoe).
Por isso, quero dedicar este espaço a um agradecimento, mesmo que sem necessidade, pois toda família deve apoiar os seus próximos. Mas minha gratidão é no sentido de que sou o esposo de Gecélia, e sou grato a Deus pelos irmãos em Cristo, que são cada qual parentes diversos, como irmãos, tios e tias, mãe, etc.
Aqueles que quiserem mandar uma mensagem de apoio à mãe de Gecélia, ela está um tanto ausente do mundo virtual. Mas podem mandar para o perfil da irmã de Gecélia, Gerlane Bezerra Santos, ou do irmão, Neilson Manoel. Creio que deve haver mães que se identifiquem de alguma forma com o sofrimento de Genelice, mãe de Gecélia, pois eu não conheço a dimensão disto, uma vez que tenho meus filhos saudáveis. Ela é uma pessoa cristã, temente a Deus, e tem dito sempre que só Deus, só Jesus para lhe dar o conforto necessário.
E também gostaria de mencionar alguns tios de Gecélia, como Renilda, Vaninho, Fátima, Netinha, Dalvinha e Van, além de sua cunhada Edna Maria Bezerra, que ajudaram e ajudam, cada um da maneira que lhes é possível. Teve e tem muita gente apoiando também em oração, e nesse âmbito, meu agradecimento se estende aos irmão da Igreja que fizemos parte, da nossa Igreja atual, de Igrejas diversas daqui e de outras cidades, e dos amigos, que oraram e oram por nós.
Citar nomes é sempre um risco. Portanto, se alguém se sentir ausente deste texto, perdoe-me.
A relação familiar não é fácil, sabe? São muitas mentes, com diversas capacidades para assimilar o que está acontecendo, entender a doença de Gecélia (dificílima, para alguns, de absorção quase impossível), bem como entender o pra quê que tudo isso está acontecendo, sendo Gecélia uma pessoa que além de não fazer parte de nenhum grupo de risco, sempre foi querida por todos. Por isso, os conflitos de idéias são freqüentes, principalmente pela certa ausência de noção de alguns que são um pouco mais distantes quanto a dimensão do que estamos passando, bem como pela minha própria personalidade, sendo racional demais e super protetor, e como todos, também sujeito a falhas. Mas há uma só causa comum a todos, sem exceção: o bem de Gecélia, o bem de Gabriel e Rafael, e o meu bem.
Agradeço aos irmãos em Cristo Alexandre Miranda e Gilberto Júnior, por tantas noites de conversa e apoio espiritual.
Agradeço também à minha mãe, Gláucia Luna, com imensas limitações emocionais e físicas por conta da idade avançada (79 anos) que a impedem de ajudar como gostaria, e que mesmo assim, impressiona a muita gente nova pela lucidez mental, incomum a pessoas de sua idade, e fruto de quase 50 anos de dedicação ao ensino escolar infantil.
Obs: Se alguém quiser mandar mensagem pra minha mãe, mande pra mim mesmo, ok? Ela é uma das poucas pessoas neste mundo que não possui vida virtual. Nunca criou um email pessoal se quer, que dirá um perfil em redes sociais Rs...
Ela brinca conosco dizendo que tem uma memória de ferro, e que nunca precisou colocar lembrete no seu celular, e mesmo assim, não esquece um compromisso sequer. Quanto a mim, tenho que colocar lembretes para me lembrar de colocar outros lembretes, se não me esqueço.
Que Deus possa continuar a nos abençoar sempre.
Paz a todos.
Samuel Luna, esposo de Gecélia Luna.

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